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06/08 19h55 2019 Você está aqui: Home / Geral Emanuel Vital Imprimir postagem

Pesquisa diz que Piauí é o estado mais seguro do Nordeste

O Piauí é o estado mais seguro da entre os estados da região Nordeste. A informação é do Atlas da Violência 2019 divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), nesta segunda-feira (5).

O números retratam os índices de homicídios nos estados e municípios brasileiros registrados no ano de 2017. O Piauí aparece como o estado menos violento do Nordeste e Teresina ocupa a 8ª posição de menos violenta entre 27 capitais brasileiras.

A média de homicídios por municípios do estado é de 11,4 para cada 100 mil habitantes, uma das mais baixas do país. No Nordeste, o estado com maior taxa de homicídios estimada, em 2017, foi o Rio Grande do Norte, com 67,4 homicídios, seguido pelo Ceará com 64,0, Pernambuco com 62,3, Sergipe 58,9, Bahia com 55,3, Alagoas 53,9, Paraíba 33,9, Maranhão 31,9 e Piauí com 20,9. 

“Já esperávamos esse resultado devido ao nosso acompanhamento diário dos números feitos pela estatística da Segurança. Mas precisamos avançar ainda mais e para isso vamos usar como parâmetro os próprios números do Atlas”, afirmou o secretário de Segurança, Fábio Abreu 

Em 2017, Teresina apresentou taxa estimada de 39,4 homicídios para cada 100 mil habitantes. O número é menor do que o apresentado em 2016, quando foi registrado índice de 45,5, representando uma queda de 13,4%. Entre as capitais, a campeã em homicídios é Fortaleza (CE), com a média de 87,9 assassinatos por 100 mil habitantes, e Cuiabá (MS) é a menos violenta com um índice de 28,8. A capital piauiense é a oitava menos violenta. 

Parnaíba, segunda cidade mais populosa do Piauí, aparece no Atlas com um índice estimado de 27,9 homicídios por 100 mil habitantes. Para chegar a este número, a pesquisa estimou o registro de 38 homicídios e presumiu quatro mortes não registradas na cidade que tem uma população de pouco mais de 150 mil habitantes.

Ainda de acordo com o secretário este é um resultado do trabalho de integração das instituições. “Ficamos felizes com os números que nos mostra que o nosso trabalho integrado entre as forças de segurança vem dando certo, além das ações que implementamos como o uso de novas tecnologias, estatísticas, mapas termais, uso de aplicativos e os recursos geridos de forma correta”, ressaltou.

 

Viagaora


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