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15/01 21h43 2020 Você está aqui: Home / Cidades Emanuel Vital Imprimir postagem

Vale dos rios Itaim e Canindé passam a integrar polos do Programa Rotas de Integração Nacional

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) implementou 16 novos polos do Programa Rotas de Integração Nacional em 2019. O número representa mais de um terço de todas as unidades criadas desde o início da iniciativa, em 2014. As ações do último ano contemplaram o Distrito Federal e municípios em 11 estados – Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

No Piauí foram implantados dois polos do   Programa Rotas de Integração Nacional.

Ao todo, o programa tem 42 unidades instaladas por todas as regiões brasileiras. São dez tipos de Rotas em atuação: do Açaí; da Biodiversidade; do Cacau; do Cordeiro; da Economia Circular; da Fruticultura; do Leite; do Mel; do Peixe; e da Tecnologia da Informação e Comunicação. Os trabalhos acontecem efetivamente em mais de 900 municípios nas cinco regiões do País.

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“As Rotas levam desenvolvimento às localidades que mais precisam e fomentam a integração regional, ao permitir que produtores de várias cidades próximas possam se unir para produzir mais e com mais qualidade, justamente aproveitando a vocação de cada lugar. São ações que fortalecem a cadeia produtiva e agregam valor aos produtos”, afirmou  o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

No ano passado, foram iniciados os trabalhos do Polo Sertão Central e Vale Jaguaribe, da Rota do Leite, que congrega 17 municípios do Ceará. Outras duas unidades da Rota do Mel foram criadas: o Polo do Mel do Semiárido Piauiense, que reúne 10 cidades do Piauí, e a Rota do Mel Sertões de Crateús e Inhamuns, envolvendo 20 localidades no estado. Por sua vez, a Rota do Açaí ganhou um novo polo no Pará, o Marajó Floresta, que tem 12 municipalidades reunidas.

Duas novas unidades da Rota do Cordeiro foram inauguradas em 2019. No Ceará foi ativado o Polo Sertão do Inhamuns, reunindo seis cidades, enquanto o Polo dos Vales do Itaim e Canindé abrange 20 municípios do Piauí.

A Rota da Fruticultura também ganhou duas novas iniciativas. O Polo da Fruticultura Alagoana alcança todos os municípios do estado. Já o Polo da Fruticultura do Cariri e Centro-Sul Cearense reúne produtores de 27 municípios do Ceará e outro de Pernambuco.

Já na Rota da Biodiversidade foram implementadas três novas frentes de atuação. O Polo Biriba Mata Atlântica conta com produtores de dez municípios, sendo sete da Bahia e outros três do Espírito Santo. Já o Polo Aroeirinha abrange 19 cidades baianas, enquanto o Bioamazonas reúne profissionais de 13 localidades no Amazonas.

A Rota da Economia Circular, inaugurada no último ano, conta atualmente com dois núcleos. O Paraíba Circular reúne 74 municípios da unidade federativa, enquanto o EcoCircular RIDE DF conta com a participação de 29 cidades de Goiás, quatro de Minas Gerais e o Distrito Federal.

Também iniciada em 2019, a Rota da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) já conta com três polos. Dois deles, o Paraíba Digital e o Cerrado Circular, congregam as mesmas localidades da Rota da Economia Circular na Paraíba e no DF. Além deles, há outro instalado em Pernambuco, o Mangue Digital, que reúne iniciativas em 15 cidades do estado.

As Rotas de Integração Nacional atuam com redes interligadas de arranjos produtivos locais (APLs) que promovem inovação, diferenciação, competitividade e lucratividade de empreendimentos associados. Isso ocorre a partir da coordenação de ações coletivas e iniciativas de agência de fomento. As Rotas seguem as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e são parte das estratégias do MDR para a inclusão produtiva e o desenvolvimento de regiões.

Somente no ano de 2019, foram descentralizados 15 milhões para a execução de 20 projetos selecionados conforme critérios técnicos em parceria com empresas públicas como a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), universidades, institutos federais, secretarias de Estado, consórcios municipais, entre outros executores.

 

MN

 

 


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